quarta-feira, 26 de abril de 2017

Na noite que sempre chega / The night that always arrives

Na noite que sempre chega depois de o sol se por, a beleza da penumbra cortada pelas luzes celestiais de estrelas lá ao longe que chegam já mortas.
Eu ainda estou aqui para ver e ouvir de tudo e poder me alegrar com a ejaculação sonora de almas que vivem e que produzem algo que gosto.
Conjunto de almas que fabricam trabalhos ,alguns,de suprema arte,que nos faz entrar num mundo há parte,mundo cheio de enigmas e imagens profundamente abomináveis pela forma que nos é chegada e como a fabricamos na nossa mente.
A minha Alma precisa desse som como do pão para alimentar o meu corpo,e poder sobreviver mais dias com esta barafunda melódica que todos os dias me faz espicaçar a minha pele com os estilhaços provocados por rajadas sonoras,
Quero sempre e sempre mais, obter a minha suprema doses de um vicio, de uma droga deliciosa que me leva a uma overdose e que me faz tomar num delinquente da sociedade.

Sentir o desprezo de condenados que pensam erradamente de mim,eu não sou o que eles querem eu sou eu e não mais um comandado pela ordem suprema da falta de culto livre,e de não viver sobre a ferrugem de pregos contaminados pelas suas salivas acidas.





In the night that always arrives after the sun sets, the beauty of the twilight cut by the celestial lights of stars there in the distance that arrive already dead.
I am still here to see and hear of everything and to be able to rejoice with the sound ejaculation of souls that live and that produce something that I like.
A group of souls who produce works, some of supreme art, that makes us enter a world there is part, a world full of enigmas and images deeply disgusting by the form that comes to us and how we manufacture it in our mind.
My Soul needs this sound as of bread to feed my body, and to be able to survive more days with this melodic stupidity that every day makes me prick my skin with the splinters caused by sound bursts,
I want always and always more, to obtain my supreme doses of a vice, a delicious drug that leads me to an overdose and that makes me take on a delinquent of the society.
To feel the contempt of the damned who think wrong of me, I am not what they want I am I and no longer one commanded by the supreme order of the lack of free worship, and of not living on the rust of nails contaminated by their saliva acid.